São Mateus, Apóstolo e Evangelista, Festa
Cada cor revela visualmente o mistério celebrado pela Igreja e nos ajuda a acompanhar, com mais atenção, o ritmo do Ano Litúrgico.
As cores dos paramentos ajudam a expressar externamente o caráter dos mistérios da fé celebrados e o caminho da vida cristã ao longo do Ano Litúrgico. Essa é a finalidade apresentada pela Instrução Geral do Missal Romano ao explicar a diversidade das cores das vestes sagradas.1
Elas não são apenas decoração. Ao entrar em uma igreja e perceber a cor usada na celebração, o fiel encontra uma pista visual sobre o tempo litúrgico ou sobre o mistério celebrado naquele dia. A CNBB também apresenta esse uso como uma forma de tornar visível o sentido das celebrações.2
Os cards resumem a norma litúrgica e acrescentam uma leitura pastoral breve. Para consulta normativa, veja as fontes ao final da página.
A cor própria do Tempo Comum.
Usado nos Ofícios e nas Missas do Tempo Comum.
Luz, alegria e celebração.
Usado no Tempo Pascal e no Tempo do Natal, além de muitas celebrações do Senhor que não sejam de sua Paixão, de Nossa Senhora, dos anjos e dos santos não mártires.
Preparação, espera e penitência.
Usado no Advento e na Quaresma. A IGMR também admite seu uso nas celebrações pelos fiéis defuntos.
Paixão, testemunho e Pentecostes.
Usado no Domingo da Paixão, na Sexta-feira Santa, em Pentecostes, nas celebrações da Paixão do Senhor, dos Apóstolos e Evangelistas e dos santos mártires.
Uma alegria que antecipa a festa.
Pode ser usado, onde for costume, no Domingo Gaudete, o 3º do Advento, e no Domingo Laetare, o 4º da Quaresma.
Sobriedade diante da morte cristã.
Pode ser usado, onde houver costume, nas Missas pelos fiéis defuntos.
Paramento festivo para ocasiões solenes.
A IGMR prevê que, em dias mais solenes, podem ser usadas vestes festivas ou mais nobres mesmo que não sejam da cor do dia. No guia da CNBB, o dourado não aparece como uma sétima cor litúrgica principal.
A regra nasce da celebração e do tempo litúrgico. O sentido pastoral ajuda a compreender, mas não substitui a norma.
Uso: Usado nos Ofícios e nas Missas do Tempo Comum.
Leitura pastoral: Na leitura pastoral, recorda esperança, perseverança e crescimento na vida cristã.
Uso: Usado no Tempo Pascal e no Tempo do Natal, além de muitas celebrações do Senhor que não sejam de sua Paixão, de Nossa Senhora, dos anjos e dos santos não mártires.
Leitura pastoral: É tradicionalmente associado à luz, à alegria, à glória e à Ressurreição.
Uso: Usado no Advento e na Quaresma. A IGMR também admite seu uso nas celebrações pelos fiéis defuntos.
Leitura pastoral: Ajuda a marcar tempos de preparação, conversão, recolhimento e espera.
Uso: Usado no Domingo da Paixão, na Sexta-feira Santa, em Pentecostes, nas celebrações da Paixão do Senhor, dos Apóstolos e Evangelistas e dos santos mártires.
Leitura pastoral: Recorda o sangue do testemunho e, em Pentecostes, o fogo do Espírito Santo.
Uso: Pode ser usado, onde for costume, no Domingo Gaudete, o 3º do Advento, e no Domingo Laetare, o 4º da Quaresma.
Leitura pastoral: É um sinal de alegria no meio de dois tempos marcados por preparação e sobriedade.
Uso: Pode ser usado, onde houver costume, nas Missas pelos fiéis defuntos.
Leitura pastoral: Expressa luto e sobriedade, sem apagar a esperança cristã na Ressurreição.
Uso: A IGMR prevê que, em dias mais solenes, podem ser usadas vestes festivas ou mais nobres mesmo que não sejam da cor do dia. No guia da CNBB, o dourado não aparece como uma sétima cor litúrgica principal.
Leitura pastoral: No portal, tratamos o dourado como expressão visual de solenidade e festa, não como substituto automático da cor indicada para cada celebração.
Uma visão simples dos grandes tempos. Festas, solenidades e memórias podem trazer cores próprias conforme a celebração.
O sinal mais evidente está nos paramentos dos ministros ordenados: principalmente na casula e na estola do sacerdote e, quando houver diácono, em sua estola e dalmática. A cor acompanha a celebração conforme as rubricas e ajuda a comunidade a reconhecer visualmente o tempo ou o mistério celebrado.
A ornamentação da igreja pode dialogar com o tempo litúrgico de modo sóbrio, mas os paramentos são a referência visual mais direta para quem quer começar a observar essas cores.
Normativamente, o verde é a cor usada no Tempo Comum. Pastoralmente, é frequentemente associado à esperança, ao crescimento e à perseverança na vida cristã.
O roxo é usado no Advento e na Quaresma. A IGMR também permite seu uso nas celebrações pelos fiéis defuntos.
O vermelho é usado na Paixão do Senhor, em Pentecostes, nas celebrações dos Apóstolos e Evangelistas e dos mártires. Por isso, pode evocar tanto o sangue do testemunho quanto o fogo do Espírito Santo.
Ela aparece no Tempo Pascal e no Natal e em diversas celebrações do Senhor, de Nossa Senhora, dos anjos e dos santos não mártires, entre outras previstas pela IGMR.
Não. A IGMR diz que ela pode ser usada, onde houver costume, no Domingo Gaudete e no Domingo Laetare. O roxo continua sendo uma opção válida.
No resumo da CNBB sobre a IGMR, são apresentadas seis cores principais, sem o dourado. A IGMR, porém, permite em dias mais solenes o uso de vestes festivas ou mais nobres. Por isso o dourado é apresentado aqui como uma expressão festiva, e não como uma sétima cor principal.
Sim. A IGMR prevê seu uso, onde houver costume, nas Missas pelos fiéis defuntos.
O Abrigo com Deus usa esta página como explicação pastoral e visual. Quando o assunto é norma litúrgica, a referência principal continua sendo o Missal Romano e sua Instrução Geral.